Crédito pessoal em 2026: erros mais comuns que encarecem o empréstimo

29.01.2026
(391) Crédito pessoal em 2026: erros mais comuns que encarecem o empréstimo

O crédito pessoal continua a ser uma solução amplamente utilizada para financiar diferentes necessidades, desde despesas inesperadas a projetos pessoais. Em 2026, apesar de uma maior educação financeira e de um mercado mais transparente, persistem erros frequentes que podem tornar este tipo de empréstimo mais caro do que o necessário. 

A Maxfinance elaborou um conjunto de erros mais comuns para o ajudar a tomar decisões mais conscientes.

Focar-se apenas no valor da prestação mensal

Um dos erros mais comuns ocorre quando a decisão de contratar um crédito pessoal assenta exclusivamente no valor da prestação mensal. Embora este seja um elemento relevante para a gestão do orçamento, não reflete o custo real do empréstimo. Uma prestação mais baixa pode resultar de um prazo mais longo, o que implica o pagamento de mais juros ao longo do tempo. Por isso, é fundamental analisar o Montante Total Imputado ao Consumidor, que permite perceber quanto será efetivamente pago no final do contrato.

Ignorar a TAEG na comparação de propostas

A desvalorização da TAEG continua a ser um erro recorrente em 2026. Esta taxa agrega todos os encargos associados ao crédito, incluindo juros, comissões e seguros obrigatórios e oferece uma visão global do custo do empréstimo. Comparar propostas apenas com base na taxa de juro nominal pode conduzir a decisões pouco vantajosas.

Pedir um montante superior ao necessário

Solicitar um valor mais elevado do que aquele de que realmente se precisa é uma decisão que tende a encarecer o crédito pessoal. Muitas vezes, este excesso surge como uma margem de segurança, mas traduz-se num aumento do total de juros pagos e num maior impacto mensal no orçamento. 

Optar por prazos demasiado longos

A escolha de prazos alargados é frequentemente motivada pelo objetivo de reduzir a prestação mensal, mas tem um impacto significativo no custo total do crédito. Em 2026, esta continua a ser uma opção comum, apesar de aumentar consideravelmente o valor pago em juros ao longo do tempo. 

Não comparar diferentes soluções no mercado

Aceitar a primeira proposta apresentada pela instituição habitual é um erro que muitos consumidores continuam a cometer. O mercado de crédito pessoal é competitivo e apresenta diferenças importantes entre entidades, tanto ao nível das taxas como das condições contratuais. Comparar várias soluções é essencial para garantir uma escolha mais vantajosa.

Desvalorizar a taxa de esforço

Assumir um crédito pessoal sem avaliar corretamente a taxa de esforço pode comprometer a estabilidade financeira. Uma prestação demasiado aumenta o risco de incumprimento. Em 2026, apesar de critérios de concessão mais exigentes, a responsabilidade de avaliar o impacto do crédito no orçamento continua a ser essencialmente do consumidor.

Avançar sem apoio especializado

Muitos consumidores continuam a contratar crédito pessoal sem recorrer a apoio especializado, o que pode resultar em decisões menos informadas. Um intermediário de crédito, como a Maxfinance, analisa o perfil financeiro do cliente, compara propostas e acompanha todo o processo e no fim, juntos encontram a solução adequada às suas possibilidades. 

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